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REPRESENTANTE COMERCIAL PODE SER SIMPLES NACIONAL?

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Saiba quanto uma empresa de representação paga de imposto, leia nosso conteúdo! Atualmente a contratação de representantes comerciais realizadas por grandes empresas deixou de ser feita pelo contrato convencional com carteira de trabalho e regido pela CLT. E passou a ser realizado por meio do contrato de prestação de serviços, que é exigido que o representante possua um CNPJ em seu nome e faça a emissão de notas fiscais. Essa modalidade, de prestação de serviços, trouxe benefícios para empresas contratantes. Porém o representante comercial começou a ter a obrigatoriedade do pagamento de impostos pelo CNPJ. Saiba neste artigo quanto de imposto paga um Representante Comercial e também qual o melhor regime tributário a ser adotado. Aproveite para aprender mais lendo: Abertura De Empresas, Alterações Contratuais E Baixa De Empresas Em Belo Horizonte Representante comercial lucro presumido ou simples?   No sistema tributário brasileiro, a opção do modelo de recolhimento de imposto é feita de acordo com a natureza de atividade empresarial. Logo, para o representante comercial, o CNAE de referência é o 4619-2/00, e que permite a opção tanto pelo Lucro Presumido ou pelo Simples Nacional, porém, há diferença no imposto. A alíquota do imposto do representante comercial optante pelo Lucro Presumido é de 11,33% (soma de todos impostos federais + ISS) sobre o faturamento. Já para o representante que é optante do Simples Nacional, a alíquota única é de 15,5%, sobre o faturamento, podendo ainda ser maior de acordo com o faturamento da empresa. Veja a seguir nosso exemplo: Uma empresa de representação comercial possui o faturamento mensal de R$15.000,00. Diante disso, analisando a viabilidade em dois cenários: LUCRO PRESUMIDO – R$15.000,00 x 11,33% = R$1.699,50 de imposto a pagar. SIMPLES NACIONAL – R$15.000,00 x 15,5% = R$2.325,00 de imposto a pagar. Podemos ver que a opção de representante comercial no Lucro Presumido é a mais vantajosa, gerando a economia mensal de R$625,50 de impostos. “Lembramos ainda que o CNPJ registrado com a atividade de Representação Comercial é obrigado a ter registro no CORE – Conselho Regional de Representantes Comerciais, onde além da taxa de registro, existe uma anuidade que deve ser recolhido.”   Leia mais sobre: Quais Os Custos Para Se Manter Um Funcionário? Entenda!   Redução de imposto de empresa de representação   Mesmo que pouco utilizado, existe ainda uma opção mais vantajosa que o Lucro Presumido ao prestador de serviço de Representação Comercial. Trata-se da possibilidade de utilizar a atividade de serviço de promoção de vendas, com o CNAE 7319-0/02. Utilizando esta atividade, o CNPJ pode ser optante pelo Simples Nacional na alíquota de imposto de 6% sobre o faturamento, vejamos abaixo no exemplo, utilizando o faturamento de R$15.000,00: LUCRO PRESUMIDO – R$15.000,00 x 11,33% = R$1.699,50 de imposto a pagar. SIMPLES NACIONAL (CNAE 7319-0/02) – R$15.000,00 x 6% = R$900,00 de imposto a pagar. Utilizando está opção, o empresário tem a economia de R$900,00 de imposto por mês, representando quase 50% de redução. Confira também: Pagamento De Impostos: Como Saber Se Sua Empresa Está Pagando Corretamente?  “Lembrando que se deve verificar com o contratante se ele aceita a Nota Fiscal com a atividade de promoção de vendas antes de consolidar a mudança, mas informamos que essa opção não gera nenhum tipo de acréscimo ao contratante dos serviços.” Representação comercial x promoção de vendas   Entende-se que a atividade de Representação Comercial e Promoção de Vendas são atividades similares na prática, porém, que representam grandes diferenças em valores de impostos devido a complexa legislação tributária brasileira. Porém, tal mudança no CNPJ é totalmente legal com base nas leis vigentes. A WSC Contabilidade possui mais de 30 anos de mercado encontrando soluções para os empresários, caso ainda não seja cliente, entre em contato e faça agora mesmo uma cotação e surpreenda-se com nossas soluções.  

Sua empresa está crescendo? Como migrar de MEI para ME

Análise do momento ideal de migrar de MEI para ME.

O sonho de empreender, para muitos profissionais, começa pequeno. Contudo, todos eles querem ser grandes. Diante disso, é normal que os empresários comecem suas atividades como um Microempreendedor Individual (MEI) e posteriormente migram de MEI para ME.  Este é um ótimo indicativo, contudo, é preciso ter atenção as regras e informações que norteiam a regularização deste processo, bem a expansão de uma empresa. Confira a seguir todo o nosso conteúdo e aprenda conosco o passo a passo de como migrar de MEI para ME. Vamos lá?   Conheça os critérios de transição  Primeiramente, é importante ressaltar que existem alguns pontos de atenção durante o processo de transição. Isso porque ele pode ocorrer de forma automática, quando por exemplo, uma empresa estoura o limite de faturamento anual, que é de R$60 mil.  Deste modo, o MEI passa automaticamente a sua condição para ME, tendo esta mudança validada a partir do primeiro dia de Janeiro, do próximo ano. Logo, a transição também acontece de forma automática, quando o empreendedor alterar sua atividade econômica para uma que não seja permitido ao MEI ou quando vai abrir uma filial ou registrar a presença de sócios. Lembrando que também é possível realizar a transição por meio de uma ação própria. Tendo em mente que o empreendedor pode acreditar no crescimento de sua empresa e projetar o seu faturamento, está ciente que o limite de receita bruta anual será superado. Deste modo, é possível fazer a migração de MEI para ME. Assim, o seu desenquadramento poderá ser realizado em qualquer momento a partir do início do próximo ano-calendário. Outro aspecto importante é à respeito do limite de faturamento. Quando ultrapassado acima de 20% do valor permitido, ou seja R$72 mil. Desta forma, o desenquadramento do MEI ocorrerá de forma retroativa. Aprenda mais lendo: Cinco dicas para manter pequenas empresas organizadas   As possibilidades da ME A partir de 2006, com a Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, todas os pequenos negócios passaram a ser protegidos pela Constituição, bem como ficou instituído o seguimento de suas leis.  Deste modo, o que determinará quais regras uma microempresa precisará seguir será o seu faturamento anual. Logo, se uma empresa ultrapassa o limite de faturamento como MEI, ele migra para ME.  Diante disso, suas próximas possibilidades serão: Microempresa: faturamento até R$360 mil; Empresa de Pequeno Porte: faturamento entre R$360 mil e R$3,6 milhões.  Para ambos os casos, será preciso que o empreendedor faça o desenquadramento na Receita Federal pelo Portal do Simples Nacional.  A fim de descomplicar e te ajudar a compreender melhor esta tarefa, iremos te ensinar um passo a passo de como migrar de MEI para ME. Confira também: Quais são os documentos necessários para abrir uma loja?   O passo a passo para migrar de MEI para ME Para que o empreendedor possa abrir um ME de forma mais assertiva, preparamos um passo a passo, com os principais pontos a serem realizados. Confira!   1. Solicite o desenquadramento como MEI O primeiro passo será acessar o portal do Simples Nacional, acessando os serviços Simei, para a comunicação de desenquadramento. É necessário ter em mãos o código de acesso ou número do certificado digital em mãos. Caso o empreendedor ainda não possua, é possível informar dados como o CNPJ da empresa e o CPF do titular.  Caso não apresente nenhum tipo de pendência, o empreendimento será retirado automaticamente do Simei, passando ser enquadrado pelo Simples Nacional.   2. Faça a alteração na Junta Comercial O próximo passo será comunicar a transição na Junta Comercial do estado, onde a empresa possui sede. Logo, é preciso apresentar alguns documentos, sendo eles: Comunicação de Desenquadramento do SIMEI – este documento será liberado logo que for solicitado o pedido de desenquadramento for solicitado; Preenchimento do formulário de desenquadramento – emissão do documento pode variar entre estados. Requerimento de empresário –  a emissão deste este documento será solicitada por meio do site da Junta Comercial.  Após o preenchimento de todos os dados, o empresário conseguirá realizar o seu desenquadramento na Junta Comercial, se tornando um Empresário Individual.    3. Ajuste os dados cadastrais da sua empresa Agora que sua empresa está sendo registrada como ME, será necessário ajustar alguns dados cadastrais do empreendimento em um Junta Comercial. Logo, será preciso atualizar algumas informações como a Razão social e o seu Capital Social. É comum que Microempreendedores individuais não possuam um alto valor de capital ao migrarem de um MEI para ME. Isso porque compreender o capital social permitirá acessar linhas de créditos mais compatíveis à atividade empresarial do novo negócio.  Agora o leitor já sabe como migrar de MEI para ME? Se sente mais seguro para lidar com todo o processo? Conte sempre com o apoio de nossos especialistas e receba todo o suporte contábil necessário para que sua empresa possa crescer de forma saudável e estruturada.  Nossa contabilidade fornece um atendimento humanizado, procurando entender e solucionar as dores do empresário, com visitas de orientação periódica, informativos mensais com mudanças de legislação e mercado, promove cursos de capacitação em gestão empresarial com foco sempre no empreendedorismo, fornecendo o máximo de informações que ajudarão o empresário a ter sucesso em seus negócios. Gostou de nosso conteúdo? Acesse o nosso blog e confira também: EIRELI, EI E MEI: Tudo O Que Você Precisa Saber Para Abrir Uma Empresa Sem Sócios

Pensando em montar um comércio? Conheça tendências do mercado varejista

Montar um comércio exige planejamento e muito estudo.

Está pensando em montar um comércio? Para abrir um mercado varejista, não existe uma receita pronta. Isso porque cada empreendedor deve identificar quais são as condições de investimento e riscos de seu novo empreendimento.  No entanto, existem algumas recomendações importantes, nas quais todo novo empresário precisa ficar atento.  Sendo assim, antes de montar um comércio, independentemente de seu segmento, será preciso elaborar um bom plano de negócios. Assim se torna possível descrever quais serão as metas e objetivos a serem cumpridos, para que o empreendimento possa crescer de forma estruturada e financeiramente saudável.  Continue sua leitura e conheça as principais tendências do mercado varejista. Confira!   Como montar um comércio? Montar um comércio varejista tem se mostrado uma excelente oportunidade para quem deseja investir em um modelo de negócio, sem que seja preciso possuir um grande valor de capital.  Isso porque, muitas vezes, por imaginar que precisará realizar um alto investimento, um profissional acaba deixando de lado o seu sonho de empreender e montar um comércio. Sabendo que não necessariamente é preciso realizar um alto investimento inicial para abrir um varejo, iremos te mostrar algumas dicas que o ajudarão a reduzir gastos com o processo de abertura de comércio. Acompanhe: Encontre possibilidades e oportunidades; Economize na compra de mobiliário;  Legalize seu comercio varejista e reduza custos com o pagamento de tributos; Estude o mercado e pesquise e conheça seus principais concorrentes; Desta forma, com um passo de cada vez, o empreendedor conseguirá atingir todo o sucesso desejado. Aproveite para conferir mais sobre: Como Abrir Uma Distribuidora De Bebidas?   Tendências do mercado varejista O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos e, consequentemente, o mercado varejista também precisou fazer alterações, de modo que pudesse se adaptar ao novo comportamento de seu público. Diante disso, separamos para os nossos leitores as principais tendências do mercado varejistas, levantadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).   Foco em seu cliente  É possível conhecer mais o seu cliente por meio do uso de ferramentas como o Analytics, que permite a análise de um maior número de informações com gênero, idade e localização de um cliente. Deste modo, é possível obter informações mais profundas sobre o perfil do cliente que seus serviços estão sendo oferecidos. Além disso, permite personalizar os serviços e produtos de acordo com a necessidade de cada consumidor.  Além disso, o uso das redes sociais também permite que o empreendedor varejista conheça melhor os seus clientes. Hoje, é possível encontrar diversos perfis empresariais dentro das redes sociais, onde as marcas trabalham seu posicionamento e alcance de marca.    Utilize a inteligência artificial a seu favor O uso de ferramentas de inteligência artificial já fazem parte da rotina dos empresários sem mesmo que eles percebam. Logo, elas vêm sendo utilizadas a fim de proporcionar melhores experiências para os seus consumidores. Deste modo, são ferramentas básicas da inteligência artificial: Machine learning: que permite o processo de aprendizagem; Deep learning: permite organizar os algoritmos e isolar aspectos mais complexos. Confira mais: Abertura de empresas, alterações contratuais e baixa de empresas em Belo Horizonte   Automatize processos  A automatização de processos vem ajudando os empreendedores varejistas a otimizarem seu controle. Fato que permite realizar transações mais seguras nos mais diferentes modelos de gestão, como de estoque e o financeiro.  Além disso, permite que haja integração com os demais sistemas do comércio, permitindo a emissão de notas fiscais eletrônicas.   Proporcione uma experiência diferenciada para o seu cliente De uma forma mais ampla, podemos afirmar que as soluções tecnológicas vêm auxiliado o comércio varejista a reduzirem os seus custos, bem como a proporcionarem uma melhor experiência a seus clientes. Deste modo, é possível que lojas criem protocolos de atendimento diferenciados, como o agendamento de provadores, solicitação de serviços exclusivos, horários especializados, ambiente climatizado, dentre outros aspectos. Logo, é preciso pensar quais são os aspectos que estão influenciando em seu processo de vendas, de forma que todos os atritos possam ser reduzidos.   Integração entre a loja física e virtual Com o crescimento do número de lojas online, percebemos um novo cenário com amplas possibilidades para os donos de lojas físicas. Isso porque montar um e-commerce permite que uma marca alcance um maior número de clientes, possibilitando assim que seus potenciais clientes façam as suas compras diretamente do conforto de suas casas. Está precisando de ajuda ou possui dúvidas sobre como montar um comércio? Entre em contato com um de nossos especialistas e receba todo o apoio necessário! Conheça mais sobre o nosso trabalho! A WSC Contabilidade presta um serviço contábil com qualidade, segurança e eficácia, visando a geração de resultados e satisfação das necessidades de nossos clientes e parceiros.