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Principais medidas do governo brasileiro contra o Coronavírus

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Visando combater os impactos do novo coronavírus (COVID-19), uma série de medidas do governo brasileiro tem sido anunciadas. Os efeitos da pandemia do coronavírus têm afetado, em todos os sentidos, a sociedade brasileira. Além do grande número de casos e óbitos, a economia também tem sido uma das mais afetadas. Dessa maneira, o governo brasileiro tem anunciado uma série de medidas para diminuir tanto a propagação do vírus quanto os impactos econômicos. Portanto, se você deseja conhecer as medidas do governo brasileiro contra o coronavírus, leia o nosso artigo a seguir!   Quais as medidas do governo brasileiro? As recomendações do Ministério da Saúde, como o isolamento social, tem feito com que muitas pessoas permaneçam em casa. Além disso, diversas empresas estão fechando as suas portas por tempo indeterminado ou adotando o home office como modalidade de trabalho. Dessa forma, as medidas do governo brasileiro atuam em duas frentes: frear o avanço do coronavírus entre a população e preservar saúde financeira das empresas. Para que você entenda melhor qual o impacto das medidas que estão sendo adotadas, conheça algumas delas agora:   Isolamento social Assim como aconteceu nos países europeus, o isolamento social é, até o momento, o principal método para frear o avanço do coronavírus. Ou seja, entendendo que a transmissão do vírus acontece de forma comunitária, é necessário fazer com as pessoas fiquem em casa. Logo, deve-se evitar, ao máximo, transitar pela cidade. Com isso, é possível notar que muitas empresas estão suspendendo as suas atividades de maneira temporária. Outras, visando se manter ativas, adotaram o trabalho remoto como alternativa para continuar desempenhando as suas atividades. Atualmente, já é possível notar uma flexibilização do isolamento social, desde que as pessoas usem máscaras. O uso de máscaras, inclusive, já é obrigatório em diversas cidades do país. A medida é evitar o contágio comunitário.   Cancelamento de grandes eventos As medidas do governo brasileiro em combate ao coronavírus também se estendem para a realização de shows e grandes eventos. Dessa forma, a realização de todo e qualquer evento que resulte na aglomeração de pessoas está suspensa. É possível notar que as igrejas estão fazendo as suas reuniões por meio das reuniões online. Além disso, os campeonatos de futebol, vôlei e outros esportes estão paralisados por tempo indeterminado. Portanto, evitar a aglomeração de pessoas em um mesmo ambiente se apresenta como uma das principais formas de evitar o contágio do vírus.   Trabalho Remoto Como já dito ao longo do nosso artigo, muitas empresas estão adotando o home office como medida contra o coronavírus. A medida é de extrema importância para que as empresas se mantenham ativas, sem ter que suspender por completo as suas atividades. Sendo assim, uma das práticas mais comuns durante o cenário atual é a possibilidade de continuar mantendo os serviços de uma empresa ativos, só que de casa.   Medidas do governo brasileiro para as empresas Além de todas as medidas do governo brasileiro citadas até aqui, existem outras atuam diretamente na vida das empresas. Entendendo que os próximos meses serão de quedas nas receitas, as medidas são fundamentais para evitar que essas empresas fechem. Dessa forma, a primeira medida diz respeito ao pagamento de impostos. O governo adiou as parcelas referentes ao Simples Nacional. Além disso, o depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS) também foi adiado para as empresas. Ambas as medidas do governo brasileiro atuam dando uma folga ao caixa das empresas. Sendo assim, é possível se preparar para arcar com as despesas dos próximos meses. O governo brasileiro também anunciou uma Medida Provisória (MP) que diz respeito à relação entre empregado e empregador. É possível que as empresas reduzam, em até 70% o salário e a jornada de trabalho dos seus funcionários por 90 dias. Por fim, o prazo para a declaração do Imposto de Renda foi prorrogado até o dia 30 de junho. Antes, a data limite era 30 de abril. É de extrema importância se manter atualizado nas medidas que dizem respeito às empresas. Não se sabe como será o avanço da doença no Brasil. Portanto, é possível que o governo anuncie novas medidas ao decorrer das próximas semanas. Para saber como manter sua empresa saudável durante esse período, acesse o nosso blog e leia os conteúdos que disponibilizamos lá!

Abra um E-commerce: Continue vendendo mesmo com a loja fechada

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Abrir um e-commerce tem se apresentado como um dos negócios mais promissores de 2020. A possibilidade de ganhar de dinheiro sem sair de casa tem atraído cada vez mais empreendedores. Explicar o crescimento do comércio digital não é uma tarefa difícil. Afinal, o hábito de compra online já é uma preferência de 74% dos consumidores no Brasil. Os dados foram levantados pelo NZN Intelligence. Portanto, se você deseja dar start em um empreendimento digital, é bom considerar o e-commerce como uma das possibilidades. Que tal conhecer mais sobre o e-commerce e como abrir um? Leia o nosso artigo a seguir e descubra tudo sobre esse mercado em ascensão.   O que é um e-commerce e como abrir um? O e-commerce funciona como um comércio eletrônico. Ou seja, ele se apresenta como todo o processo de compra e venda de produtos na internet. É um dos negócios que mais tem ganhado força nos últimos anos. A expectativa para 2020 é que o setor movimente cerca de R$ 106 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Dessa maneira, levando em consideração o perfil do consumidor, que prefere fazer suas compras de casa, abrir um e-commerce se mostra um negócio bastante vantajoso. Entretanto, antes de optar por abrir o seu comércio eletrônico, deve-se compreender quais são as suas diferenças quando comparado com outros modelos de negócio no ambiente digital. Conheça!   E-commerce x Loja virtual x Marketplace É muito comum confundir um e-commerce com uma loja virtual ou até mesmo com um marketplace. No entanto, ambas as opções possuem características distintas e saber diferenciá-las é fundamental para abrir um e-commerce de sucesso. Em primeiro lugar, é importante entender que uma loja virtual, apesar de ser considerada uma parte de um e-commerce, não se refere ao processo completo. Ela pode se apresentar como um site ou como um portal de vendas. Por outro lado, um marketplace é definido como uma plataforma comum, na qual diversas empresas divulgam os seus produtos. Aqui, o lojista somente precisa fazer o seu cadastro e catalogar todos os seus produtos. Já o e-commerce possui uma estrutura completa. O empreendedor escolhe quais serão os seus produtos, os expõe, define quais serão as formas de pagamento e define a logística de entrega.   Como abrir um e-commerce? Você pode abrir um e-commerce de dentro do seu quarto. Basta ter um computador com acesso à internet para gerenciar o seu comércio eletrônico. Sendo assim, você pode estar se questionando quais são as etapas para abrir o próprio empreendimento e começar a ganhar dinheiro online. Portanto, para começar o seu e-commerce, basicamente será necessário passar pelas seguintes etapas: Comece criando o seu site; Escolha o servidor que mais atenda às suas necessidades; Defina quais serão os seus produtos; Escolha também quais serão as formas de pagamento disponíveis; Estabeleça uma logística de entrega dos seus produtos; Priorize o atendimento ao seu cliente, buscando não deixá-lo inseguro com os seus produtos; Seguir todos esses passos é fundamental para que o seu comércio eletrônico cresça e consiga captar cada vez mais clientes.   Quais as vantagens de um e-commerce? Como você já pode perceber, abrir um e-commerce pode ser uma excelente oportunidade de ganhar dinheiro na internet. Caso você ainda não esteja convencido disso, veja agora mesmo algumas das suas principais vantagens:   Horário flexível Você pode abrir e administrar o seu empreendimento de maneira remota. Ou seja, isso significa que é possível definir os seus horários, dando maior flexibilidade para a realização de outras tarefas. Sendo assim, desgastes como sair de casa, pegar transporte público e enfrentar todos os empecilhos comuns de quem trabalha fora, são dispensáveis aqui.   Baixo investimento Para administrar o seu e-commerce, você não precisa arcar com despesas comuns de outros negócios. Por trabalhar de casa e sem a ajuda de terceiros, não será necessário arcar com gastos como folha de pagamentos, aluguel de salas ou escritórios, contas de luz, entre outros.   Oportunidade de venda O processo de venda no e-commerce é totalmente diferente quando comparado com uma loja física. Aqui, a chance do seu consumidor comprar os produtos é maior. Ou seja, por se tratar de um processo online, não é necessário abordar o seu consumidor e acompanhar toda a jornada de venda. Muito pelo contrário, o processo de venda e compra no e-commerce é muito mais dinâmico, podendo haver várias vendas de maneira simultânea.   Qual o papel de uma contabilidade em um e-commerce? Não pense que por se tratar de um empreendimento online, o e-commerce não precisa passar por todas as suas responsabilidades legais e fiscais. Assim como qualquer modelo de negócio, é de extrema importância ter um serviço de contabilidade atuando ao seu lado. Além de manter as suas finanças organizadas e em dia com as suas obrigações, os profissionais contábeis atuam fazendo com o seu e-commerce possa pagar menos impostos. Ou seja, existe um regime tributário ideal para o seu negócio, fazendo com que não seja necessário pagar mais impostos do que lhe é devido. Dessa maneira, entre em contato com o nosso time de especialistas e descubra como nós podemos te ajudar. Aproveite para acessar o nosso blog e acompanhar todos os artigos que disponibilizamos para a sua empresa.